Não é conteúdo. É uma reunião fechada no Zoom, toda [DIA DA SEMANA], onde empresários B2B discutem os movimentos reais por trás do crescimento. Rafael Figueiredo conduz. Você participa.
Clientes, equipe, processo. Talvez anos nisso. O problema não é falta de trabalho. É que você olha para os números e percebe que está crescendo devagar demais para o tanto que entrega.
E quando você observa as empresas que aceleraram de verdade, percebe que elas não fizeram só "o básico bem feito". Elas acessaram pessoas diferentes, tomaram decisões que pareciam cedo demais, e se posicionaram de um jeito que a concorrência não copiou porque nem entendeu.
Isso não é sorte. É um jogo diferente. E esse jogo tem lógica.
Cada encontro parte de um movimento real que a Tecla T fez, uma decisão concreta, e o raciocínio por trás. Os temas giram em torno do que de fato move uma empresa de serviço B2B:
Como sair da dependência de indicação sem depender de verba de marketing. Quando o crescimento está nas mãos do cliente atual, qualquer mês ruim ameaça tudo. A lógica que a Tecla T usou para construir posicionamento sem ter o maior orçamento da sala.
Como usar eventos, parcerias e conexões para abrir porta de negócio de verdade. Não troca de cartão. A estratégia de associar a sua marca a contextos que o cliente já quer estar, e transformar acesso em receita.
Como crescer operação de serviço sem o dono virar o gargalo. O que muda quando você para de resolver tudo e começa a construir estrutura que funciona sem você no centro.
Como tomar decisões que parecem arriscadas mas têm uma lógica clara por trás. Patrocinar time de futebol. Expandir para São Paulo sem cliente confirmado. Movimentos que todo mundo achou cedo demais, e por que valeram.
Saí da reunião e na semana seguinte parei de prospectar igual antes. Mudei o discurso de “terceirização de TI” para o problema específico que a gente resolve para o financeiro do cliente. Em dois meses fechei dois contratos que eu vinha empurrando há mais de um ano.
Achei que ia ser mais um conteúdo motivacional. É o oposto. Ele abre número, abre erro, abre a conta de quanto custou cada decisão. Voltei pro escritório com três coisas para mudar na semana — e uma delas eu vinha adiando há oito meses.
O insight mais caro que tirei foi sobre acesso. A gente investia em anúncio e cold call e ignorava patrocínio de evento porque parecia caro demais. Refizemos a conta, entramos em dois eventos certos no semestre, e o pipeline subiu 3x — com ticket médio maior.
Rafael Figueiredo fundou a Tecla T em novembro de 2019 com R$ 25 mil do cheque especial. Sem cliente confirmado. Sem escritório. Aos 25 anos.
Hoje são mais de 600 colaboradores, presença em 18 estados, clientes como Hapvida, Grupo Mateus e G4 Educação. E a Tecla T como única empresa de tecnologia patrocinando um time na Libertadores.
Ele não vende método. Não tem curso de como ficar rico. Ainda opera a empresa e divide o que está aprendendo enquanto aprende. Essa diferença aparece na reunião.
Você tem empresa de serviço B2B. Já passou da fase de provar que funciona. Quer crescer com mais estratégia e menos improviso. Vende para empresas e quer jogar em outro nível.
Ainda está testando se o negócio funciona. Prefere teoria antes de executar qualquer movimento.
Toda [DIA DA SEMANA] às [HORÁRIO], ao vivo no Zoom. Duração média de [X] horas, com espaço para perguntas e troca entre os participantes no final.
A reunião não fica gravada. Quem se cadastra recebe o link de acesso.
O formato ao vivo não é detalhe operacional — é o motivo pelo qual a conversa tem outro nível.
As vagas são limitadas pelo formato ao vivo.
Gratuita. Sem compromisso. Apareça.
A reunião não fica gravada. Quem não aparece, não acessa depois. Bloqueie a agenda agora.